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22/08/2010

 PALHETAS FIBRACELL

O Que É Fibracell?

O material da Fibracell é um composto sofisticado dos materiais aeroespaciais projetados para reproduzir  exatamente a maneira que a natureza constrói as fibras do bambú . Então nasceu as fibras absorventes de Kevlar .
O material da palheta  composto de Fibracell é o resultado de anos de pesquisa do desenvolvimento e  concepção  de materiais avançados. O resultado é um material composto, que tenha as características comparáveis à fibra natural do bambú  nos seguintes aspéctos :
  • Rigidez
  • Gravidade Específica
  • Fator de Deterioração
  • Overtones ou "voz"
  • relação da Rigidez-x-peso
  • Cor e aparência
É a combinação original destas propriedades acima que permite que a palheta de bambú   vibre com uma qualidade rica em produção de harmônicos. Estas qualidades são emuladas na estrutura composta original da Fibracell com as características adicionais de força,durabilidade  longa que são caracteristicas não encontradas na natureza ,mas acrescentadas na Fibracell ,fazendo desta uma das melhores invenções para os saxofonistas ,permitindo aos mesmos maior aproveitamento no curto tempo que temos para estudar nosso instrumento ,se temos que ficar escolhendo e preparando palhetas que mudam a cada novo dia ,maré ,lua etc...Trazendo muitos saxofonistas a terem uma das piores e mais temidas doenças crónicas para saxofonistas ,a temida  praga Palhetus Angustius , cuja doença já estou livre e vacinado ! Viva a FIBRACELL !
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Características Visuais

A similaridade visual da Fibracell ao Bambú pode ser percebida como é  uniforme quando observada por um  microscópio, é notável porque suas cor e estrutura de seção transversal são quase idênticas na aparência  comparadas ao bambú. Assim, podemos dizer  "Soa como bambú  porque é feita como o bambú.... Somente mais forte!" As Palhetas  da Fibracell podem rapidamente ser distintas de todas palhetas artificiais que existem   "por um teste flutuador". Coloque em uma panela com água palhetas de Plastico,de bambú e de fibracel ,  e repare que Somente as de  bambú  e as  de Fibracell flutuarão. As palhetas  plásticas irão afundar . Isto demonstra a similaridade na densidade e na gravidade específica entre o BAMBÚ natural e o material de FIBRACELL ao contrário do plástico mais denso. As fibras  do bambú  e da Fibracell é importante para a estabilidade da produção sonora  de cada nota e a formação de harmônicos decorridos da perfeita vibração de suas fibras e isso só as de bambú e fibracell é que tem ,mas a durabilidade ,somente a fibracell ! 

Produção

A Fibracell é manufaturada em um processo que inclua fazer à máquina seus cortes e manufaturar o produto ,aliado  ao  controle de qualidade se consegue o som de uma palheta de bambú ,  ao contrário do molde de injeção simples como a maioria das palhetas  plásticas. A matéria prima  usados para produzir o material cru para que possa ser manufaturado e transformados em uma palheta com todas as suas medidas e ajustes  são sofisticados e relativamente caros. O equipamento usado produzi-lo é extremamente sensível e complicado. Muitos fatores contribuem a sua qualidade.
Uma vez que o material é produzido, fazer palhetas  dele é feito que  quase exatamente na mesma maneira que as palhetas de bambú  do bastão que são produzidas com  o mesmo corte, e ajsutes para dar forma sendo  aparadas e ajustadas em várias etapas que são testadas uma a uma  ,ou seja a palheta da Fibracell é o resultado de uma combinação de materiais caros, sofisticados, de muitos anos de pesquisa e de um processo intensivo de laboratório e controle de qualidade em todas as suas etapas manufaturadas ,pois só assim se consegue a qualidade em uma palheta e o mesmo se aplica a uma boquilha .

03/05/2010

COMO FAZER O SPLIT TONE 
(DICA)

Para fazer este SPLIT TONE temos uma técnica que não é muito fácil e precisa ser treinada inicialmente com a nota SI da terceira oitava ( 2 espaço suplementar superior )

Toque o SI sem a a chave de oitava fazendo sair agudo com a boca e depois projete o maximar para frente enquanto esta saindo a nota si agudo SEM APERTAR A CHAVE DE OITAVA ou então TIRA A CHAVE DE OITAVA no momento de fazer o Split Tone .

Pense em Subir o nariz assim o maxilar vai projetar para frente liberando uma MAIOR QUANTIDADE DE PALHETA DENTRO DA BOCA onde então o ponto de contato do labio inferior na palheta vai deslocar para frente ficando mais próxima ao final do > ou seja o VE deitato .
Quando esta tocando normal a pressão exercída no labio inferior sobre a palheta é feita antes do final do vértice final entre Palheta e Boquilha ou seja NO MEIO DO VE > QUANDO Toca uma nota aguda e ela esta soando e você desloca o maxilar para frente sem usar a chave de agudo e mantendo o agudo com a boca acontece então o SPLIT TONE que é fazer soar 02 notas ao mesmo tempo em Oitavas .

Isso acontece pois o Harmonico esta soando e quando você desloca o maxilar para frente o ponto de apoio da palheta e lábio vai para frente tambem mudando o ponto de contato ou seja a região que esta precionando o vertice > ( ve daitado ou seja o espaço entre palheta e boquilha ) este angulo que chamo de vertice é o junção das 02 retas inclinadas fazendo um angulo fechado ou seja o ponto onde a palheta e boquilha se encontram ,NÃO A PONTA e sim o meio da palheta , Quyando tocamos um agudo geralmente estamos no meio deste angula para que possamos ter campo de FLEXIONAR A PALHETA fechando o angulo para os super agudos , assim como abrindo o angulo para os graves .

Ao deslocar o ponto do VERTICE ou seja PONTO DE CONTATO COM A PALHETA mais para o fundo ou seja colocando a pressão do lábio inferior sobre a palheta bem no final do vertice por mais que você APERTE A BOCA a palheta não vai fechar pois não tem ANGULO PARA FECHAR pois esta apertando uma região como se fosse a PONTA DO > ous eja a ponta da flexa .

Fazendo então uma nota aguda SI e quando ela estiver soando , DESLOCAR O MAXILAR PARA FRENTE mudando o ponto de contato da palaheta MAIA PARA A PONTA DO VE OU SEJA o final do angulo entre palheta e boquilha AUTOMATICAMENTE A PALHETA FICA LIBERADA DENTRO DA BOCA FAZENDO SOAR UMA NOTA GRAVE ENQUANTO ESTA SOANDO OUTRA NOTA AGUDA .
ESTUDO DA EMBOCADURA SOMENTE COM A BOQUILHA
(DICA)

Primeiro deve tocar as ESCALAS de tras pra frente com a boquilha.
Pegue uma nota aguda com a boquilha e então faça uma escala maior descendente .

Se não conseguir fazer,então é preciso fixar 03 notas com a boquilha sendo :

- Região agúda

-Região média

-Região Grave

Fazer notas longas com essas 03 afinações.( Não importa a nota ,desde que coniga manter as notas em 03 afinações diferentes com a boquilha ou seja 03 regiões )

É preciso entender que o sistema de afinação dessas notas estão baseadas no mesmo princípio do ASSOVIO, pois iremos treinar A MODULAÇÃO DA CAMARA INTERNA , ASSIM COMO A FIXAÇÃO DA CAMARA INTERNA EM DETERMINADA AFINAÇÃO E ISSO TERA GRANDE INFLUENCIA NO TIMBRE DO INSTRUMENTO ASSIM COMO NA AFINAÇÃO DO INSTRUMENTO...

  • PARA VER TOTALMENTE A AULA DO PROFESSOR IVAN MEYER É SÓ CLICAR AQUI

23/01/2010

OS SUPER AGUDOS DO SAX

Para se tocar no registro dos superagudos, é preciso conhecer e dominar as embocaduras do saxofone. Estas podem ser comparadas à de um trompete, que, na mesma posição de dedilhado, fazem várias notas com mudanças na embocadura.

Esse mecanismo é desconhecido pela maioria dos saxofonistas que tentam em vão tocar os superagudos lançando mão somente das posições, criando uma concepção errada de que, apertando ao máximo o lábio, conseguiremos atingir os agudos. Dessa forma, o que resulta são os apitos.

As posições dos agudos são pouco divulgadas e ajudam a frustrar o estudante, que então começa a atribuir a culpa por não dominar os superagudos às posições, à boquilha, à palheta, ao instrumento, namorada, cachorro, síndico, etc. Então ele espera que, com os anos de estudo, sua embocadura fique mais fiel. Mas os anos passam, o saxofone passa de pai para filho e nada de sair os superagudos.

De vez em quando sai um agudo, mas ele sempre falha na hora em que se precisa dele. Então, começa a achar que os superagudos é dom de alguns.

Os saxofonistas têm que conhecer e dominar as suas várias embocaduras que se diferenciam por :

  • Pressão dos lábios sob a palheta

  • Velocidade do ar

  • Espaço interno da boca

  • Posição da língua, que, dependendo do lugar onde se posicionar (mais para cima ou para baixo), mudará a emissão do harmônico e, conseqüentemente, a nota emitida.

Com a mesma posição de agudo, podemos fazer 4 ou 5 notas diferentes.

Antes de começar com os exercícios para dominar os agudos, é preciso ter consciência de alguns fatos :

  • o motor do saxofone é a boquilha, a estabilidade é a palheta e a aerodinâmica é o instrumento. Nós somos o condutor.

1ª parte - Boquilhas

A primeira coisa que um saxofonista fala a outro é: que boquilha você usa? Essa tal boquilha já é uma lenda. O que sabemos é que a mesma boquilha tem som diferente (timbre), dependendo de quem a toca.

Existem boquilhas que têm o som mais brilhante e outras com o som mais fosco (aveludado). Há boquilhas de metal ,massa, fechada, com a câmara aberta ou fechada, coloridas, enfim, uma variedade que nos deixa confusos. Estão inclusive inventando boquilhas com acessórios, é uma confusão só!

Agora, certeza mesmo é que cada pessoa tem uma arcada dentária e uma boca diferente, fazendo com que a mesma boquilha seja ótima para uns e ruim para outros.

Algumas boquilhas foram inventadas com o intuito de facilitar a emissão de agudos (harmônicos) e outras são mais apropriadas para os graves. O que você precisa, juntamente com seu professor, é encontrar uma boquilha bem equilibrada para o seu tipo de embocadura.

Em São Paulo, muitos conheceram o mestre Bove, que consertou por décadas os saxofones de diversos músicos. Uma das coisas interessantes que ele fazia era mexer nas boquilhas, colocando Durepox dentro para alterar a câmara interna. Conseguia assim mudar as características de som da boquilha (de grave/aveludado para um som mais brilhante), facilitando a emissão dos agudos e liberando o músico da mudança de boquilha. Atualmente, Aldo Bove Filho continua executando esta arte.

A boquilha é uma das peças mais importantes para a emissão dos agudos. Seus preços são muito variados.

Há boquilhas desenvolvidas para projetar harmônicos que, com certeza, são mais fáceis para a execução dos agudos. Isso não quer dizer que boquilhas que têm som mais aveludado ou grave não toquem nos agudos. Elas tocam, mas com o som mais apagado, sem brilho. Tem-se a impressão de soar menos nos agudos.

Procure uma boquilha que seja mais brilhante. Seu professor deverá conhecer várias com essas características.

2ª Parte - Palhetas

Palhetas. Gosto de todas, desde que possa prepará-las a meu gosto! (consulte a matéria técnica do Informativo Weril nº 120 - Regulagem De Palhetas).

Em uma caixa com 10 palhetas, é muito difícil encontrar duas iguais. Cada uma tem sua personalidade. Umas são boas para graves, outras para agudos, outras um horror.

O melhor é saber preparar suas palhetas para o seu jeito de tocar e não ter que se adaptar a cada palheta. Isso atrapalha, pois seu som não cria uma personalidade. Numa determinada semana está metálico, noutra dá apitos ou não tem som nos graves. Assim não dá pé!

Temos várias marcas, todas muito boas para serem reguladas como você gosta. Algumas palhetas se parecem com bambu, mas são de fibra. Seu som assemelha-se às de bambu. O interessante é que esta palheta dura até seis meses ou mais, mantendo-se estável sem envergar ou perder suas características sonoras. Você não perde tempo regulando palhetas e estuda mais, conhecendo melhor o seu som (elas também são bem diferentes entre si e podem ser reguladas. Utilize uma lixa d'água bem fina e umedecida para fazer os ajustes).

Saiba que as palhetas são de lua e também mudam com as marés. Existem palhetas que liberam mais harmonia que as outras. Com o tempo, ao emitir uma única nota rapidamente, você notará se ela é boa para agudos, graves ou bem equilibrada.

3ª Parte - Embocadura

Aqui mora o perigo. A embocadura é tudo no agudo. Comparo-a à construção de um prédio: quanto mais alto ele for, mais profunda deve ser sua base.

A embocadura para se tocar em 2 oitavas utilizada pela maioria dos saxofonistas não é a mesma para se tocar em 4 oitavas. Aquela que você usa para tocar com sucesso até hoje deve estar funcionado bem entre o Ré da primeira oitava e o Ré da terceira oitava. Agora, se você tem problemas fora desta região, significa que a sua embocadura está fora de lugar. Não diria errada, pois a embocadura que uso para tocar nos agudíssimos é a que você está usando, enquanto adoto uma outra para tocar nessa região mais grave.

Aí está o segredo! Para tocar nos superagudos, começo pelos graves. Quanto mais relaxados os graves, mais campo para os agudos, ou seja, quanto mais aberto o ângulo entre boquilha e palheta na região grave, maior será minha margem de extensão, pois, à medida que subo para os agudos o ângulo da boquilha se fecha. Se você começar com ela fechada, ao chegar nos agudos terá tal esmagamento da palheta com a boquilha que nenhum ar passará. O segredo é começar os graves o mais relaxado possível, quer dizer, com o ângulo entre a palheta e a boquilha o mais aberto possível. Você terá que descobrir que pode tocar a nota do meio tom abaixo soando um Si sem mexer na boquilha, somente relaxando o lábio inferior em relação à palheta, como se fosse uma batata quente na boca. Toque a nota Ré mantendo a relação de um tom entre o Dó, mas não esqueça que este Dó está com a afinação meio tom abaixo do normal. Isso foi feito com o relaxamento do lábio inferior. Se você tocar o Mi, ele também terá que manter a afinação relativa ao Dó, que, por sua vez, continua baixo.

Ao completar uma oitava fazendo a relação acima, e mantendo a afinação das notas entre elas, o Dó oitavado acima estará mais relaxado, com mais volume e brilho.

Em relação à boquilha e à palheta, o ângulo agora é maior. Então, você terá mais ângulo de boquilha para os agudíssimos. Da outra forma, você não teria mais ângulo entre palheta e boquilha.

4ª Parte - Afinação

Como resolver a afinação do sax em relação ao diapasão?

Após abaixar a afinação da posição de Dó no saxofone, fazendo soar um Si, você agora afina pela boquilha, abrindo ou fechando. É importante não mexer a boca. Com isso, você conseguirá tocar os graves com mais facilidade, pois sua boquilha está aberta na boca.

Antes você estava com a afinação do Dó alta em relação à afinação real do saxofone. Em vez de abaixar a afinação do sax com o relaxamento da embocadura, você afinava seu instrumento pelo todel, mas agora aprendeu que se pode afinar pela boca. Isto é, conseguindo o ângulo mais aberto da embocadura, você estará na posição correta para ir até os agudos, fechando relativamente sem o perigo de, ao chegar na região superaguda, não existir mais ângulo.

Só irá tocar os agudos quem conseguir tocar os supergraves, pois eles são a base para se alcançar o alto.

EXPLICASAX

16/01/2010

Bandas e Fanfarras: Análise Técnica dos Problemas Constantes II

Maestro Beto Barros

Publicado na Revista Weril n.º 142

Nesta edição, vamos finalizar o tema iniciado na Revista Weril 141: Fraseado e Articulações, com dicas particularmente indicadas para os mestres de banda.

As bandas logo se tornam familiares com as figuras rítmicas sincopadas (figuras que aparecem no tempo fraco). Por esta razão, poderá ser um aspecto dificultante para alunos com pouca experiência em seguir o tempo forte do compasso. Portanto pede-se ao regente uma instrução especial neste sentido, particularmente se existir uma síncopa com nota longa, esta deve ser acentuada.

Exemplo 22

Estudantes jovens podem ter a tendência em entrar atrasado nas mínimas. Veja o exemplo 22a. A pausa de semínima no tempo forte é passada antes que eles se dêem conta. Ensine-os a não se perderem. A pausa de semínima, particularmente em andamentos rápidos, é difícil de contar. Os alunos devem aprender a "ler na frente". Ritmos tais como os do exemplo 23 podem apresentar problemas similares devido à alternância entre tocar no tempo forte e fora de tempo. Os alunos devem ser instruídos a marcar as notas tocadas no tempo.

Exemplo 23

Em vez de explicar uma síncopa de colcheia como sendo a segunda metade de um tempo cheio, tente explicá- la como sendo uma antecipação do próximo tempo.

Exemplo 24

Falls off (queda) podem apresentar muitos problemas, o maestro deve instruir os alunos acerca do tamanho do fall. Alguns arranjadores são bastante específicos e indicam se o fall é short (curto) ou long (longo) - veja a tabela sobre articulações no final desta matéria. Confusões poderão ser evitadas, aconselhando os alunos a terminarem o fall num determinado tempo. O fall não deve ser abrupto, mas desaparecer gradualmente, seguido de um diminuendo ao longo do fall. Os alunos não precisam se preocupar com uma escala particular, pois o fall é meramente um efeito.

Exemplo 25

No caso do fall off, os músicos não devem se perder no compasso. Eles precisam continuar contando cuidadosamente através de seu comprimento inteiro. O fall deve ser curto se existe uma entrada imediatamente após, assim como no exemplo 26. Existem outros termos para fall off, como por exemplo, spill ou gliss, ou ainda drop, todas com o mesmo significado, que seria "cair fora da nota". Veja exemplo 26. No caso deste exemplo, não existe muita diferença se o fall off não for executado, já que ele está muito perto do compasso seguinte. Em outros casos ele funciona com muita propriedade.

Exemplo 26

Quando for realizar um gliss, glissando entre duas notas como no exemplo 27. A nota que aparece no final do glissando deverá ser ligeiramente acentuada, já que ela é a culminação do glissando. A escolha da escala para o glissando é livre, em alguns casos, é governada pela distância entre as notas das pontas do glissando.

Exemplo 27

Os alunos devem ser informados da importância de um bom ataque antes de se preocupar com os gliss ou falls. Jovens músicos são freqüentemente culpados de começarem um gliss ou fall off antes que tenham executado um bom ataque na nota precedente. O arranque para o ataque do glissando ascendente é similar para o gliss descendente (fall off). Diferente do glissando descendente, o ascendente normalmente incorpora um crescendo. Os saxes poderão iniciar o gliss ascendente pianissimo, ou possivelmente em sub tone (sub tone é um efeito muito usado e bastante bonito. É utilizado basicamente em dois contextos: o backing, "cama" para um solo de metal ou soli, ou para um solo de saxs. Consiste em um som macio com um pouco de ar presente, produzido por um leve relaxamento, soltura da embocadura e com a colocação de ar nas bochechas e nas cavidades da boca). Os trombones têm uma vantagem óbvia em executá-los. Os trompetes poderão usar a técnica de válvula. Uma localização determinada da nota da culminância do glissando é muito importante e realmente muito difícil para jovens músicos com pouca experiência.

Exemplo 28

Notas fantasmas (ghost notes) são aquelas dedilhadas, mas que não soam realmente com a mesma força, peso e ataque, ou importância de uma nota regular. O exemplo 29 mostra o uso das notas fantasmas.

Exemplo 29

É responsabilidade do líder, primeiro sax alto, decidir onde as notas fantasmas são apropriadas. Mesmo que não sejam indicadas, elas são muito usadas em andamentos rápidos e complexos. Normalmente em colcheias e semicolcheias, para facilitar um fraseado suave e equilibrado. O exemplo 30 ilustra a notação apropriada para trompetes e trombones nas notas abertas e fechadas. Com surdina plunger mute, o sinal (+) indica fechado e o sinal (0) indica aberto.

Exemplo 30

Aguarde os próximos tópicos que serão abordados em edições futuras. Esta matéria é complicada e difícil, tanto para os alunos com pouca experiência, quanto para os instrutores. No entanto, a chave para o sucesso com a banda ou fanfarra é muito trabalho, ensaio e experimentação, por isso, o instrutor/maestro poderá mudar ou acrescentar marcações de articulações no seu repertório, adaptando-as para o seu grupo. O importante é ter uma direção da articulação que será usada para todos. Uma banda afinada e com fraseado e articulações bem resolvidos, já está um passo à frente.

28/12/2009

Respiração Circular 1º Parte



Respiração Circular 2º Parte


09/08/2009

Artigo Super agudos no sax

Alinhar ao centro
Artigo sobre Limpeza de sax